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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Atlântida

Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.
A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.
Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.

Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:

Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)
Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.
Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados. Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.
Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as "fortalezas" de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero.
A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.
Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.
Pressupõem que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia (Groelândia), em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.
A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão. Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.
Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.
Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemúrios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.
Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas eram voltadas ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.
Possuíam grande poder mental o que lhes conferia domínio da mente sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas dirigiram-se para a Atlântida forçando os Lemúrios estabelecidos na Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante. Com o transcorrer do tempo os genes dos dois grupos foram se misturando.
Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar nas mencionadas habilidades.
Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um" porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um.
Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.
Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.
As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.
Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.
Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemúrios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.
Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.
Atlântida 28.000 a.C. a 12.500 a.C.
Esta foi a Civilização Atlante descrita por Platão.
Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.
Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.
Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, devido a isso tentaram criar "raças puras", raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.
Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente.
É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como "asa delta".
Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias. Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da astronomia em geral.
Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades.
Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas.
Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.
A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais.
Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio.
Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob a qual não tiveram condições de controlá-la, resultando disso a destruição final de Atlântida, que submergiu em uma noite.
Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas se analisarmos pelo suposto lado tecnológico que utilizavam, veremos até que provavelmente seria mais avançado que o nosso, o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, os cristais estão presentes no avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a partir de cristais.
Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a Civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.
A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as "Escolas de Mistérios", onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.
Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos como, a matemática, geometria, etc.
Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000 a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.
A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição.
Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos Celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas "Escolas de Mistérios" como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre as energias telúricas, sobres os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra.
Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mal uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc.
Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história.
Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados; e outros monumentos até hoje é um enigma.
Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.
Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.
As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo.
Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para que nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu.

Agradecimentos ao site Misterios Antigos.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A floresta do além ( Aokigahara )

Há séculos uma floresta no Japão, aos pés do Monte Fuji, vem chamando a atenção de diversas pessoas.Algumas são atraídas por histórias macabras contadas a respeito do local.Aokigahara (Coordenadas: [Latitude, Longitude] 35°28'12.36"N, 138°37'11.29"L) é uma floresta gélida com o solo rochoso de formação vulcânica, com grutas e cavernas congeladas que mesmo no verão não degelam.À medida que se adentra na floresta, a mata fica cada vez mais fechada dificultando a passagem da luz do sol, deixando o local com uma forma sombria e assustadora.


Histórias de manifestações sobrenaturais que ocorrem no local são comuns entre os moradores da região.Algumas pessoas que visitam o local, já dentro da floresta, sentem perda dos sentidos, desorientam-se e não conseguem achar o caminho de volta.As que conseguem voltar relatam ter encontrado com outras pessoas, com feições mórbidas, que aparecem do nada e somem repentinamente.


Entrada para a floresta Imagem do Interior da Floresta






















Devido à concentração de minério de ferro nas rochas vulcânicas, muitos afirmam que os equipamentos de orientação são prejudicados, por isso, muitas pessoas acabam se perdendo. Mas segundo alguns especialistas do exército japonês, o ferro contido nas rochas não é o suficiente para desorientar um aparelho como uma bússola ou GPS, o que nos faz pensar no porquê das ocorrências de desorientação. Lembrando ainda que os equipamentos GPS modernos, funcionam que circuitos eletrônicos que captam os sinais de satélites em órbita da terra, não tendo motivo para sofrerem interferência de rochas magnéticas.Há muitos anos a floresta densa e fria carrega a fama de amaldiçoada.Registros de histórias datadas dos anos de 1800 (período no qual o Japão passou por grandes dificuldades devido a crises sociais e desastres naturais), relatam casos de camponeses que devido à grande miséria abandonavam bebês, idosos e inválidos na mata, para que os mesmos morressem por ali, diminuindo os gastos da família.
Além das pessoas que são atraídas apenas pelas suas histórias, visitando apenas a entrada do local como uma forma de "turismo macabro", um outro tipo de visitante é atraído para lá de uma forma misteriosa, sendo que nunca mais retornam para seus lares. Alguns se transformam em suicidas, e outras simplesmente desaparecem sem deixar vestígios.Diversas placas foram colocadas nas entradas do bosque, com mensagens como:"Por favor, reconsidere" ou "Não guarde suas preocupações só para você, procure ajuda" e outras com o mesmo intuito de evitar mais suicidios, mas geralmente não surtem efeito.

Restos mortais de uma "vitima" do local
Por ano são registrados dezenas de casos de suicídio no local. Desde 1950 mais de 500 corpos foram encontrados na floresta, sendo a maioria deles com sinais evidentes de suicídio.Só em 2002 foram registrados 78 casos.Aokigahara perde apenas para Golden Gate Bridge, em São Francisco, que nas estatísticas é o lugar onde mais ocorreu suicídios no mundo.Devido a esta atração, não é raro encontrar no interior da floresta corpos humanos em vários estados de decomposição.Existem grupos de busca que retiram os cadáveres dos locais mais acessíveis, mas poucos se atrevem a procurar mais ao interior da floresta, pelo receio de não conseguirem voltar.
A quantidade de corpos no local é espantosa
O que provocaria tantas mortes nessa floresta?Seria ali um local malígno, ou haveria alguma ligação com um outro mundo, o que levaria tantas pessoas a morte?
Descobrir é praticamente impossível, mas a única certeza é de que nessa floresta, com uma vegetação tão densa que encobre até a luz solar e com cavernas espalhadas por toda a área, fenômenos inexplicáveis quando ocorrem podem surpreender até os mais atentos, fazendo com que os visitantes presenciem acontecimentos sinistros, os quais podem levá-los a morte ou ao seu completo desaparecimento.
Agradecimentos ao Gabriel pela postagem no site Jornal do Paranormal.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O Museu da Tortura

O museu da tortura

O horror da idade média e da inquisição é relembrado em diversos museus espalhados pelo mundo (principalmente na Europa). Os Museus da Tortura e execução são lugares mórbidos e sombrios, que mostram a crueldade de uma época cuja justiça é questionada. Muitos dos executados eram ladrões, adúlteros e principalmente acusados de bruxarias. Colocamos essa matéria não como uma homenagem, mas para entendermos o que as autoridades da época eram capazes de fazer com seres humanos. Uma verdadeira aberração. Se o inferno existe, muita gente dessa época está ardendo lá agora. Conheça algumas ferramentas usadas para essas barbaridades:

O Garrote Tem seu nome derivado do Espanhol, porque foi usado muito na Espanha como um instrumento de punição, usado até 1975 em um jovem que, depois de algum tempo, foi considerado inocente.A peça consistia em um colar de ferro preso a um pilar. Esse colar penetrava na coluna cervical da vítima e a morte era causada por asfixia e pelo rompimento da coluna.

O Serrote Esse instrumento foi muito usado na Europa para punir rebeliões, bruxaria e desobediências militares.A vítima era amarrada de cabeça para baixo, com as pernas abertas e era serrada ao meio. Ela ficava nessa posição para manter a oxigenação do cérebro e para perder pouco sangue. Assim a pessoa demoraria mais para morrer enquanto era serrada.

A dama de ferro Um sarcófago de madeira com espinhos afiados e longos. Essa ferramenta de tortura tinha os espinhos colocados de tal forma que não atingia nenhum ponto vital das vítimas, para prolongar seu sofrimento. Era composto por duas portas. Uma abria para frente e outra para trás. Assim, quando a porta era aberta, atingiria certos orgãos que não haviam sido afetados anteriormente. Sem dúvida, uma das mais tenebrosas peças do museu.

O Candelabro Peça de madeira em formato de triângulo onde a vítima era colocada de pernas abertas e forçada para baixo. Era uma das formas usadas para punir bruxarias, pois a pessoa tinha que fazer muita força para contrair suas pernas e evitar que a peça a pentrasse, coisa que era inevitável.

O Garfo Um garfo de metal com duas pontas. Era presa a um colar de couro e colocado no pescoço da vítima. Suas pontas eram afiadas e penetravam na pele sem atingir nenhum orgão vital. A principal função dessa peça era matar a pessoa por asfixia, mas antes da morte, ela permanecia por algumas horas nesse sofrimento.

A Guilhotina Muito usada na França no período da inquisição e na Alemanha, a guilhotina (nome dado por causa de seu inventor, Ignace Guillotine) era uma máquina de punição pública. Era usado para punir bandidos e bruxarias e principalmente para mostrar para a população o que acontecia com as pesoas que não cumprissem o que lhes fora imposto.

As Máscaras Mascaras de ferro usadas para punir de forma humilhante as pessoas. Quem usava essa máscara havia cometido algum delito e era obrigada a sair pelas ruas usando as peças de ferro. Além da tortura mental, as máscaras normalmente apertavam o nariz ou os olhos das vítimas para prolongar o sofrimento.

Garra de GatoPeça feita em ferro em formato de uma garra de um felíno. Era usada para rasgar as costas dos condenados enquanto esses ficavam pendurados pelos braços. Pelo tamanho das garras, ossos e músculos não eram obstáculos para a arma.

A Cadeira da inquisição Uma cadeira de madeira com seus assentos cobertos de espinhos. As costas, os braços, as pernas e os pés da vítima eram penetrados por esses espinhos que eram apertados com cintos de couro para pressionar cada vez mais a vitima.Essa peça foi usada na Alemanha até o sec XIX, na Itália e na Espanha até o final de 1700 e na França e outros países europeus, de acordo com pesquisas realizadas, até o final de 1800.

A Pera O nome é dado pelo formato da peça. É uma peça que expandia progressivamente as aberturas onde era introduzida.Esse instrumento forçava a boca, o ânus ou a vagina da vítima. Era usada para punir os condenados por adultério, incesto ou união sexual com Satã, e também para blasfemias ou hereges. Esse tipo de punição era referente ao oposto do tipo de crime que a pessoa havia cometido.
Atualmente existem outras formas de tortura em campos de batalha, guerras ou presídios que desconhecemos. Isso é apenas para mostrar o que o ser humano é capaz, cego pela sua busca por de justiça que punia com mão de ferro os criminosos. Está provado que violência gera mais violência. Temos que lutar por um mundo de paz, para que essas ferramentas citadas acima, nunca mais sejam usadas.

Edificio Andraus


Histórias de fantasmas habitam a imaginação e a vida de pessoas que convivem com lugares marcados por tragédias. Funcionários e visitantes de dois grandes edifícios de São Paulo (Edifício Andraus e Martinelli) afirmam que os prédios são habitados por fantasmas e que ouvem barulhos estranhos durante a noite. No dia 24 de fevereiro de 1972, o edifício Andraus foi vítima de um incêndio (que acredita-se que tenha começado com anúncios de publicidade colocados na marquise do prédio) que matou 16 pessoas e feriu mais de 300. Um dos motivos que impediu uma tragédia maior foi o fato do Andraus ter um heliporto no último andar. Hoje, o prédio que fica localizado no centro de São Paulo é um dos mais seguros da cidade. 11 anos depois do incêndio, muitos funcionários do edifício, principalmente vigias noturnos e seguranças, afirmam ouvir sons estranhos vindos de certos locais do Andraus. Armários que abrem as portas sozinhos, gritos nas escadas e ruídos estranhos fazem parte da rotina dos funcionários do edifício. Alguns deles afirmam realmente ter ouvido sons durante a noite, mesmo sabendo que o prédio estaria complemente vazio. É inevitável não fazer ligações entre os sons estranhos vindos do interior do prédio com o sofrimento das pessoas que morreram naquele triste dia 24 de fevereiro. Mas não são só prédios marcados por catástrofes que tem seus contos de fantasmas e histórias assustadoras. O edifício Martinelli, localizado também no centro de São Paulo, guarda histórias assustadoras sobre uma "hospede" inusitada. Acredita-se que uma moça loira e sem rosto circula pelo interior do Martinelli durante a noite. Ela teria os cabelos compridos, impedindo que se veja sua face. Algumas pessoas afirmam que já viram máquinas de escrever funcionarem sozinhas e portas de armários baterem. Os funcionários e visitantes que conhecem a história afirmam que a loira deve ser da época do inicio da construção, por volta de 1930, que ronda o edifício até hoje. São histórias assustadoras de pessoas que já passaram por momentos difíceis que tornam mais místicas e fantásticas as histórias de fantasmas que assombram casas e prédios em grandes cidades. Se é verdade ou não, dificilmente saberemos, mas uma coisa podemos concluir - Ou a história desses prédios alimenta a imaginação fértil de contadores de histórias, ou coisas muito assustadoras acontecem lá dentro.

agradecimentos ao Reinaldo Ferraz pela postagem no site apocalipse 2000.

A misteriosa casa dos Winchester


Em 1881, Sarah Winchester, a viúva do famoso criador de armas Oliver Winchester, se convenceu de que precisava de proteção contra os espíritos do mal das pessoas que foram mortas pelos rifles da marca de seu marido. Um médium a aconselhou à criar mais cômodos na mansão, para confundir os fantasmas (Não faz sentido colocar mais cômodos para confundir os fantasmas, já que eles atravessam as paredes, mas a viúva achou que isso era o certo a fazer). Ela fez o que o médium mandou durante quarenta anos, adicionando mais de 100 quartos e salas à casa. Isso durou até 1922, o ano de sua morte. Existem boatos dizendo que apósa morte de Sarah, seu próprio fantasma ficava assombrando os corredoresde sua mansão. Hoje, a casa é uma atração turística popular, um monumento bizarro que desperta superstição e paranóia.
Agradecimentos ao péricles peixoto figueirado site sobrenatural.org

terça-feira, 1 de junho de 2010

Lugares mais assombrados


Castelo Rising
No Castelo Rising, do século 12, em Norfolk, que foi outrora o exílio local da rainha Isabella, viúva e suposta assassina de Edward II, investigadores paranormais foram chamados pelos funcionários para obter provas das visões de visitantes, muitos alegam que viram figuras vestidas com roupas de monges. Outros disseram que haviam sido empurrados ou tocados enquanto olhavam os arredores.
Norman Fahy, o curador principal, disse: "O fenômeno mais comum parece ser as pessoas sendo empurradas. Elas parecem ser cutucadas e empurradas. Recebemos esses relatórios uma vez por semana. "


Castelo de Portland


Castelo de Scarborough
Acontecimentos semelhantes com visitantes que se queixam de empurrões, cutucadas ou até mesmo tapas, enquanto aparentemente não havia ninguém, foram relatados no Castelo de Portland, em Dorset, e no Castelo de Scarborough, em Yorkshire, que, de acordo com a lenda, é assombrado pelo fantasma de Piers Gaveston, o favorito de Edward II.
Embora histórias populares de fantasmas tenham sido previamente associadas a alguns dos locais, é a primeira vez que o pessoal do Patrimônio Histórico Inglês, o órgão governamental encarregado de administrar os edifícios históricos, registra incidentes específicos relatados pelos funcionários e visitantes.


Castelo Dover
Houve muitos avistamentos de misteriosas figuras no labirinto de túneis abaixo do Castelo Dover, em Kent, lá os funcionários, criaram um procedimento específico para lidar com eles.
Christine Pascall, gerente de operações do castelo, disse: "Uma vez por mês, temos um relatório de algo desagradável, como uma figura.
"Temos um processo em que nós fechamos o lugar, evacuamos os visitantes, e uma equipe de funcionários varre toda a rede de túneis. Pode ser muito frustrante para os visitantes. "


Túnel do Castelo Dover
Uma vez, um grupo de alunos estava nos túneis. Um rapaz disse ao pessoal que conheceu um homem nos túneis vestido com uma calça marrom e um suéter verde que estava procurando por uma mulher chamada Helen. Uma busca foi realizada, mas nenhum visitante foi encontrado.
Em outra ocasião, visitantes numa excursão guiada disseram que uma porta repentinamente bateu e um carrinho de chá se moveu rapidamente pelo corredor, como se fosse empurrado violentamente.









Battle Abbey
Outro lugar com um elevado número de casos de assombrações é Battle Abbey, próximo ao local da Batalha de Hastings, em East Sussex.
Rosemary Nicolaou, administradora de operações do lugar, disse: "Nós tendemos a ter avistamentos de monges, ao invés de soldados.
"Em uma ocasião, um grupo escolar, que tinha acabado de visitar o local, me contou sobre uma encenação histórica que tinham visto, com atores vestidos de monges".
"Mas não houve uma encenação no local. Não poderia ter sido outro visitante. Eu não posso explicar isso".
"Se eu souber de qualquer avistamento de visitantes vou verificar os detalhes para ver se pode haver qualquer explicação racional, ou prática, porque eu sou uma cética, por natureza. No entanto, algumas delas não parecem ter uma explicação fácil. "
by Ruan Richa

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O Mistério do Triângulo das Bermudas


O Triângulo das Bermudas é uma uma área de 3.900.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico, circundada pelo litoral do sul da Virgínia, as Ilhas Bermudas e as ilhas Flórida. Esta região tem um estigma de ser acometida por vários tipos de acontecimentos sobrenaturais. Foram constatados diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios. Uma das possíveis explicações para estes fenômemos são os distúrbios que esta região passa, no campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado vôo 19. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950. Muitos séculos antes de serem produzidos os incidentes aéreos e marítimos da década de quarenta e até a atualidade, esta região, e além do cabo Hatteras, as costas da Carolina do Norte e do Sul e o estreito da Flórida, já eram conhecidas com outros nomes fatídicos, como o "Cemitério dos Barcos" e "Mar dos barcos perdidos". Durante cento e cinqüenta anos, e ainda antes de existirem casos arquivados, haviam sido verificados estranhos desaparecimentos e até desintegrações de aparelhos. No entanto, foi a partir de 1945, como conseqüência das perdas massivas que começaram a ser produzidas, quando os pesquisadores começaram a dar importância à zona e a estudar as características das misteriosas desaparições.

Previamente vieram os ovnis
Além disso, na maior parte dos casos, antes haviam sido produzidas visões de objetos com luzes de distintas cores e intensidades durante a noite e foram comprovadas anomalias magnéticas nos aparelhos de controle das naves, tanto de barcos como aviões.
Talvez o motivo principal para que sejam produzidos tantos casos no Triângulo ou Limbo é que por ali as oportunidades de capturar exemplares humanos são inúmeros, já que em geral, os presumidos visitantes parecem evitar aterrizagens e contatos com seres humanos. A zona está constantemente povoada de viajantes por mar e por ar, e seria fácil para os estranhos visitantes entrar e sair dali. Segundo sua opinião, a força motriz dos OVNIa poderia ser baseada na utilização, muito tecnológica, das freqüências radiais como propulsor. Isto explicaria, claramente, as anomalias eletrônicas verificadas em quase todos os incidentes registrados.
Se existem algumas coincidências entre os pesquisadores acerca desta teoria extraterrestre, não acontece o mesmo com a procedência e motivações que teriam estes capturadores. Perturbações eletromagnéticas M.K. Jessup, autor de considerável preparação científica por ser astrônomo e especialista em selenografia, opinou em seu livro "O caso dos OVNIs", "que o desenvolvimento de nossa era aeronáutica é de grande interesse para nossos vizinhos do espaço" e que por isso é explicado o crescente número de aparições de OVNIs concentrados na zona do Triângulo, situada frente a costa da Flórida e ao redor de Cabo Kennedy. Segundo as teorias de M.K. Jessup, a resposta ao mistério do Triângulo das Bermudas "é encontrada talvez nas aberrações de controles eletromagnéticos, que são evidenciados somente em algumas épocas, quando são ativadas por casualidade ou de propósito, e parece possível que a presença dos OVNIs dá crédito às cargas de energia requeridas".
Quanto ao lugar de procedência destas naves, nada se sabe, mas alguns teóricos opinam que a fonte de visitas poderia ser encontrada mais próxima da Terra, talvez em seus próprios oceanos. Possibilidade de um rasgão do tempo Novamente estamos ante um enigma que sugere fantásticas hipóteses aos investigadores. Desde a presença de entes do espaço exterior ou interior que capturariam a seres humanos, até a existência de um buraco dimensional no céu, no qual os aviões pudessem entrar, mas de onde não podem sair, denominado "rasgão magnético na cortina do tempo", passando pela crença em certos vértices ou redemoinhos magnéticos que seriam a causa da desaparição de aviões, transportando-os a outras dimensões. Acredita-se, é a área mística de Atlântida, o lendário paraíso perdido nas Bermudas que tinham os cristais com os poderes estranhos podem atrair os navios e os aviões, como o teletransportação.Mais ou menos, as semelhantes de ilha misteriosa de Lost...
Agradecimentos ao Lucas dos Santos do site sobrenatural.org
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